35 perguntas aos 35 anos

Faltam 34 dias

Nasci jornalista, repórter, curiosa e intrometida. Sempre perguntei da vida dos outros. E hoje decidi ma sabatinar: uma entrevista comigo mesma. Peguei uma lista real, de perguntas de autoanálise. Algumas eu faço para recém conhecidos. Algumas a gente recebe da vida. Para cada pergunta, um minuto para responder e sem edições – somente as ortográficas!

Experimente responde-las também! Confira, se der conta de ler até o fim! (Ai, Jesus!!!!)

 

  1. Pronta?

Nasci pronta!

  1. 08 ou 80?

30, pode ser? (risos)

  1. Quando foi a última vez que você tentou algo novo?

Esse blog: escrever para os outros entenderem o que converso dentro de mim o tempo todo. E dessa vez sem tanto medos do “editor”.

  1. Copo meio cheio ou meio vazio?

Depende: sempre vou vê-lo meio cheio!
Mas se for Emulsão Scott, vai ser cheio demais.

  1. Qual a primeira coisa que você costuma pensar ao acordar?

– Eu deveria ter dormido mais cedo!

Ou

– Hoje é sábado?

  1. Qual foi o melhor momento desses dias ou da última semana?

A maratona que foi o fim de semana e rever os amigos. Ir ao cinema. E uma escapada na semana passada que me fez (re)a prender que nenhuma regra na vida é absoluta.

  1. O que você mudaria na sua aparência e personalidade?

A primeira é fácil: ser mais alta, ter mais cabelos (eu só tenho volume!) e inverteria a ordem entre a barriga e os seios (sim, eu digo seios!!!)

A segunda é quase certa: queria acreditar menos nas pessoas e ser um pouco menos assertiva e sarcástica!

  1. O que você mais gosta em você mesmo?

O bom humor e a alegria!

  1. Tem algum hábito pessoal que você mudaria?

Tanta coisa: acordar mais cedo, dormir mais, me exercitar mais, pedalar uns 50 km por dia, beber menos, falar beeeem menos, comer menos doces, ser mais zen, me apaixonar beeeem raramente!

  1. Qual foi o último sonho que você realizou?

Conhecer a Chapada dos Veadeiros (e com ótimas companhias)  e passar o Carnaval em Recife e Olinda.

  1. No que você tem investido mais seu dinheiro: coisas ou experiências?

Em experiências mesmo: 2015 é o ano das viagens! O mundo está em crise, mas me propus conhecer lugares que sempre sonhei em conhecer. E iria sozinha se fosse preciso. Mas só encontrei gente disposta a me acompanhar ou em apresentar cada roteiro. Aprendi a usar o dinheiro mais racionalmente e a meu favor!

  1. Qual sua maior vontade no momento e o que te impede de concretizá-la?

Filhos, família reunida, apartamento e um mochilão pelo mundo. Faltam o número da mega sena, a senha do coração das pessoas e parar de viajar pra juntar dinheiro (não necessariamente nessa ordem!).

  1. Se não dependesse do dinheiro, você recomeçaria sua carreira? O que faria?

Amo o que faço. Se não estivesse aqui, trocaria essa vida por repórter de rádio (ainda tenho a esperança de um dia voltar). Mas não tenho medo de recomeçar não. Abriria um bike food, seria fotógrafa de espetáculos, costuraria pra fora, voltaria para a faculdade ou faria um curso técnico.

  1. Se não pudesse saber qual a sua idade, quantos anos você acharia que tem?

Teria a certeza que ainda era criança, estaria na escola, cresceria jamais: ser “gente grande” às vezes é muito chato! Sou alegre, espontânea… Detesto etiquetas sociais, convenções etc e tal! Nasci com a alma de Peter Pan. Mas se não me levo à sério não significa que não tenho responsabilidade, viu?

  1. Cinco anos atrás, como você imaginou que seria sua vida hoje? Está parecido com o que você imaginou? Melhor ou pior?

Nem há 20 anos atrás, no palpite mais arriscado, eu me sonharia como estou hoje! Hoje sou o que sempre tive medo e o que não queria. E tenho só uma certeza: sou muito mais feliz que poderia esperar, com que me transformei e o que tenho hoje! E sou grata por cada pedacinho da minha vida diferente do roteiro que eu teria programado pra mim. Gratidão pela independência, amigos fiéis, feliz no trabalho, morando em uma cidade linda, viajando pra onde for, sem medo das fronteiras. E por estar tão aberta para o mundo!

  1. Qual foi a melhor decisão que você já tomou?

Me mudar pra Brasília: há anos não encontrava tanto amor em um lugar só!
Livrar-me das mágoas. Desatar do passado. Por o pé na estrada. Viajar só. Ter coragem de enfrentar meus medos, encarar os problemas de frente, fazer terapia (ah, essa foi massa!), aceitar o que o mundo tem a me oferecer e ser feliz com bem menos do que eu julgava necessário. Ah, claro, continuar acreditando no amor (seja como for e por quem for).

  1. Quando foi a última vez que você se arriscou de verdade?

Eu tenho me arriscado cada vez mais!

No campo das ações: Me lançar numa viagem que eu tinha 4 meses pra me preparar!
Convidar alguém pra sair achando que ele ia negar o convite. E me enganar: ele aceitar.

No campo das ideias: Lançar mão de medos, preconceitos, viver o momento, sem deixar motivo pra arrependimento. E ainda me surpreender com o resultado disso tudo!

  1. Você tem medo de quê?

Do escuro, de palhaços, de sapos, de pequenas alturas, do “Boi da manta” e de assombração. E detesto ficar sozinha em uma casa.

E tenho uma fobia séria, que prefiro não revelar!

  1. Se sua casa pegasse fogo e você só pudesse salvar três coisas, quais seriam?

Meu pai, a Chave do carro e o celular (pra chamar os bombeiros enquanto corro escada abaixo)

  1. Onde você gostaria de morar?

Em um motor-home!
Já quis morar em tanto lugar…

  1. Se sua vida virasse um livro, qual seria o seu título?

Curtindo a Vida Adoidado

Girls Just Wanna have fun

Volta ao mundo sem sair do lugar

O fantástico Mundo de Gracielle Marques

Se beber Não Case…

Falando pelos cotovelos

(Ooops, só nome de filmes: desisto, sou boa nem pra título de matéria e release. Quiçá pra livro!!!!)

  1. Se você soubesse que vai morrer daqui a um ano de maneira repentina, mudaria algo em sua maneira de viver? Por quê?

Viajaria mais. Sofreria menos. Me apaixonaria mais. Me doaria de corpo e alma. Visitaria mais a minha mãe. Me despediria de todos os amigos e queridos. Faria (quase) tudo que me desse na telha. Pararia de trabalhar. Visitaria todo mundo que eu deixei de visitar.

  1. E se o mundo acabasse amanhã, o que faria hoje?

Nem teria dormido, encontraria todas as amigas daqui, beijaria na boca, comeria o que tivesse vontade; junto com meu pai pegaria um voo pra Minas, abusava do colo de mãe, abraço da irmã e ia ver o fim do mundo lá na Serra de Ouro Branco, ouvindo muita música boa com os amigos de lá.

  1. Se ganhasse na loteria o que faria?

Viajava pelo mundo, compraria uma casa pra reunir a família, um canto pra mim, um negócio para a família, mordomia pra aposentar pai e mãe, um canil pra irmã tomar conta e depois resolvia como investir o resto.

  1. Que importância tem o amor e o afeto em sua vida?

Sem os dois eu me quebro, trinco a alma e viro gelo. Sou nada: amor e afeto é que me movem. É por amar a vida que corro riscos, que tenho motivos pra sorrir.

  1. Qual sua maior paixão na vida?

Cinema. Viagens. Família. Amigos.
E ainda tem lugar pra mais coisas e pessoas. Sempre!

  1. O que você aprendeu de novo esse ano?

Que eu sou muito mais forte do que eu imaginava; que sou mais capaz do que eu esperava; que em mim vive uma leoa; que o tempo cura tudo; que há tempo para tudo; que na vida nada é certo; que as coisas mudam (e pra melhor); que há sempre um dia de sol por vir; que há mais razoes para ser feliz que pra ser triste; que pessoas boas se atraem; que é melhor doar amor que só receber; que a vida sempre surpreende; que o mundo dá voltas; que o fundo do poço é mais raso que a gente imaginava; que há salvação nos livros de auto-ajuda; que basta a gente dar um passo pra caminhar. Que o mundo é maior que a gente imagina. E que posso ser uma pessoa melhor a cada dia. Que a cada medo que a gente supera, a bagagem da vida fica mais leve. Que sorrir é contagioso. E custa nada desejar bom-dia!

  1. Descreva os últimos três meses da sua vida em sete palavras:

Desafios / Desapego / Aventuras / Afeto / Superação / Alegria / Sorrisos

  1. Desafio para os próximos 6 meses:

Viajar, Pedalar e desacelerar. Amar. Ler mais. Economizar e planejar 2016.

  1. Como seria, pra você, um dia perfeito?

(Fizeram a mesma pergunta há um mês. Copiei,colei e editei!)

Domingo ou sábado. Acordar cedo, tomar café em casa, devagar… Lendo jornal, ouvindo rádio. Sem pressa. Comentar as notícias. Colocar a comida dos gatos e do cachorro. Se arrumar pra pedalar. Dar uma volta, girar pelo parque da cidade. Parar pra uma água de coco, um descanso debaixo das árvores. Um lanche rápido e mais um pouco de pedal. Voltar pra casa e se arrumar pra uma festa aberta pela cidade. Almoçar devagar. Fazer hora com uma cerveja gelada, um vinho, um samba, rock’n roll ou um chorinho. Cantar de olhos fechados. E cantar sorrindo de braços abertos. Cantar com os amigos e amores. Dividir uma canga e um piquenique com gente fina, elegante e sincera. Ver o pôr do sol. Cantar no pôr do sol.  Voltar pra casa e começar a sessão pipoca – se for sábado. Um filme leve, mas de limpar a alma. Se for domingo, esticar a farra. Lanchar antes de ir pra casa e tomar rumo: uma rede, um livro, um disco na vitrola. Ou na caixa de som mesmo. Agradecer pelo dia e dormir sorrindo.

  1. Qual é o lugar onde você se sente melhor no mundo?

Onde houver amor, eu pouso.
E dentro de mim, quando a alma está leve.

  1. O que você quer mais?

Amor, dias de sol, viagens. Leveza. Saúde e paz.

  1. O que você quer menos?

Dor de cabeça, gente chata, rotina, burocracia, medo, mágoa e falta de amor.

  1. O que você desejaria que te acontecesse agora (19h30 de 17/09/2015)?

Que alguém ouvisse “Sweet Pea” (Amos Lee) e dedicasse essa música pra mim!

  1. Já acabou? Pra quê tanta pergunta, Gracielle?

Eu não sei: Só sei que sou assim!

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